Gás Natural Equipamentos

Conheça os Kit que trabalhamos:

 
SISTEMA GNV - BRC- SEQUENT - 5ª. GERAÇÃO 
(INJEÇÃO ELETRÔNICA DE GNV) 

Da experiência da gigante italiana BRC, nasce SEQUENT, o novo sistema de injeção sequencial para GNV da BRC, que significa a menor perda de potência possível em veículos movidos a GNV no mercado mundial. 
Destinado a todos os motores, inclusive os equipados com turbo, coletores de fluxo variável, coletores plásticos e blowers, câmbios automáticos, tiptronic, flex e aqueles com alta tecnologia e alto custo. 
Desenvolvido e fabricado pela BRC, líder mundial em equipamentos para GNV e representado no Brasil pela sólida White Martins, o Sequent foi inicialmente destinado a conversões de veículos novos, hoje é de longe o equipamento mais instalado em veículos convertidos de fábrica zero km no mundo inteiro. 

 

 

 Redutor de pressão BRC - Zenith O novo redutor para Injeção direta é bem diferente dos redutores convencionais, tem                           
dimensões bem reduzidas facilitando muito a instalação, possui sensor de temperatura               
integrado e atende uma faixa incrível de potência. 

 

Bicos injetores BRC
Os eletro-injetores BRC utilizam alimentação bottom feed, funcionam sob as mais s             
severas condições de vibração, interferências eletro-magnéticas e suportam  
temperaturas de -40°C até 135ºC. Foram projetados para durabilidade de mais de 100 mil quilômetros.

Módulo de injeção BRC MY07
A central eletrônica utiliza a lógica de controle idêntica aos sistemas de injeção etrônica              
de gasolina. Possui processador de 16 bits, idêntico à maioria dos sistemas de injeção de                   
combustível líquido. Suas estratégias atendem todas as normas mundiais de emissões e              
permite total configuração dos mapas de ignição e injeção permitindo grande estabilidade  e economia.

 

Chicote e conectores 
O Sequent foi projetado para modificar o mínimo das instalações originais do veículo.Todos os chicotes que acompanham o kit atendem os mais rígidos padrões automotivos, os conectores são inoxidáveis a prova d’água com travas especiais, eliminando a necessidade de cortes, emendas, soldas e fita isolante, as conexões de baixa tensão (Sinais de lambda), são feitas por cabos blindados que protegem a precisão dos sinais. 

 

Chave comutadora BRC
A chave comutadora apresenta tamanho reduzido, possui estratégias para gasolina e gás. Na parte de baixo pode ser visualizado o nível de gás presente no cilindro. Graças ao gerenciamento através da centralina FLY, o sistema comuta automaticamente de gasolina para gás e vice-versa pelo método bico-a-bico, portanto não é possível perceber qualquer oscilação.

Senso M.A.P - pressão coletor
O kit já possui seu próprio sensor MAP, isto garante o perfeito funcionamento do     
sistema em casos de sensores originais defeituosos, pressões positivas no coletor (TURBOS) e veículos equipados com sensores MAF (medidores de fluxo de ar).

 


Válvulas de cilindro e abastecimento
Válvulas de cilindro e abastecimento com proteção contra sobrepressão e perdarepentina de pressão, uma eletro-válvula redundante já vem integrada.


Funcionamento do redutor de pressão:

1º ESTÁGIO

Quando se seleciona o combustível (GNV), na chave seletora de combustível montada no painel de instrumentos do veículo, uma válvula solenóide é acionada e permite a passagem do GNV para o motor. Nesse momento o REDUTOR entra em ação. Num primeiro estágio, o redutor recebe o gás a aproximadamente 200 atmosferas (Bar) e através de uma válvula de fechamento, comandada por um diafragma de borracha, mantém o gás no interior desse compartimento a uma pressão média de 4,5 atmosferas. Como o gás sofre uma redução drástica de pressão e passa para dentro do redutor em alta velocidade, esse compartimento sofre uma queda de temperatura que necessita ser corrigida. Essa correção ou elevação da temperatura para níveis compatíveis com a necessidade se faz através de uma resistência elétrica com temperatura controlada ou da água do circuito de arrefecimento. Uma válvula de segurança protege o sistema em caso de sobrecarga.

2º ESTÁGIO

Num segundo estágio o gás, que é recebido do primeiro estágio a uma pressão aproximada de 4,5 atmosferas, deve ter sua pressão reduzida para aproximadamente 1,5 atmosferas, de maneira a não permitir que o fluxo de gás sofra qualquer variação com a queda de pressão no reservatório na medida em que o combustível é consumido. Da mesma forma que o primeiro estágio também realiza sua tarefa através de uma válvula comandada por um diafragma de borracha.

3º ESTÁGIO

Nesta fase o redutor se encarrega de fornecer a quantidade de gás necessária ao motor em todas as situações. Agora o gás já se encontra a uma pressão capaz de permitir a entrada no motor por sucção do mesmo. Possui um dispositivo que permite regular a sensibilidade de resposta do fornecimento do gás em função da demanda do motor (depressão do coletor). Um dispositivo exclusivo de marcha lenta permite ainda, que através de um parafuso montado na parte externa, se obtenha um funcionamento equilibrado nas rotações mínimas do motor.

SISTEMA BRC GNV 3ª GERAÇÃO BRC-JUST POWER G3 

O Sistema GNV BRC-JUST POWER G3, com Micro Controlador, possibilita uma mistura perfeita 
quanto a quantidade de combustível a ser misturada com o oxigênio, seja sob o aspecto da
poluição e do consumo, quanto da dirigibilidade, e isso independentemente das
condições externas e da composição do carburante. 

Melhor relação custo/benefício 
Mínima perda de potência 
Maior rede de distribuição no Brasil e no Mundo 
Fabricados no Brasil com tecnologia italiana 
Marca Italiana presente em mais de 60 países 
Assistência técnica nacional 
Garantia total dos produtos 
Sistema GNV homologado pelas montadoras (VW e Ford) 

Componentes: 

01 - Módulo Gerenciador BRC-JUST POWER 
02 - Válvula com Motor de Passo 
03 - Comutadora Micro BRC (Painel) 
04 - Emulador de Injetores BRC - Modular - "S" 
05 - Variador de Avanço BRC 
06 - Redutor de Pressão BRC 
07 - Indicador de Nível com Sensor Resistivo 
08 - Válvula de Abastecimento BRC 
09 - Válvula de Cilindro BRC 
10 - Tubo de Alta Pressão 
11 - Tubo de Ventilação 

 

  1. Módulo Gerenciador BRC - JUST POWER GIII 
    Central Micro processada Digital responsável pelo gerenciamento da mistura perfeita AR+GNV, sem ele seu veículo perderá rendimento e gastará mais combustível. Trata-se de componente fundamental para um perfeito funcionamento de um sistema GNV sem falhas. 

     02- Válvula com Motor de Passo : 
    Atua em conjunto com o Módulo Gerenciador e faz a dosagem correta do gás para mistura com ar, necessário à combustão. 

    3- Comutadora Micro BRC (Painel): 
    Faz a seleção do combustível (Gasolina ou GNV) manual ou automaticamente e indica a quantidade de GNV no sistema 

    04 - Emulador de Injetores BRC: 
    Interrompe o fluxo do combustível original (Gasolina ou Álcool) para entrada do gás natural. 

    05 - Variador de Avanço - BRC: (Opcional)
    Compensa perda de potência havida com o GNV .Existem 02 tipos: O Map/Maf e o Fônico, este segundo é bem mais superior, porém, só se aplica aos veículos equipados com os dispositivos rodafônica. 

     06 - Redutor de Pressão BRC: 
    Reduz a pressão do cilindro (220bar) para admissão (+/-04bar) 
     
    07 - Manômetro: 
    Marca a quantidade gás (bar) no Sistema GNV no qual a comutadora (Fig 03) se utiliza para informar ao usuário o nível de combustível 

     08 - Válvula de Abastecimento BRC: 
    Primeiro ponto de entrada do gás natural. 

    09 - Válvula de Cilindro BRC: 
    Responsável pela abertura e fechamento do gás no interior do cilindro. 

     10 - Tubo de Alta Pressão: 
    Conduz o gás do cilindro até o redutor de pressão. 

     11 - Tubo de Ventilação: 
    Impede a entrada de gás para dentro do veículo caso haja algum vazamento. 

     12 - MISTURADOR: 
    Leva a mistura AR+GNV para admissão do motor pois o gás, nesta versão de Sistema GNV, não é injetado(5a. geração) e sim aspirado (3ª.geração). 

O sistema de injeção sequencial Landirenzo OMEGAS pertence à nova geração dos sistemas de conversão de gasolina em GNV. O princípio com o qual a ECU OMEGAS determina os tempos de injeção que são realizados nos injetores de gás baseia-se na obtenção, durante o funcionamento a gás, dos tempos de injeção de gasolina em impedâncias de emulação internas à própria ECU OMEGAS. 
O controle do motor é feito pela central de gasolina enquanto a central do gás deve ocupar-se em transformar os comandos gerados pela primeira para os injetores de gasolina, em comandos adequados para os injetores de gás. Do ponto de vista de manter uma coerência perfeita com o sistema de gasolina, a ECU OMEGAS realiza a injeção de gás no próprio cilindro sobre o qual foi obtido o tempo de injeção relativo à gasolina. De uma maneira informal, pode-se dizer que a central de gás converte uma certa quantidade de energia que deveria ser liberada por meio de gasolina em uma quantidade correspondente de energia que será efetivamente liberada pelo gás. 


Central Eletrônica Landirenzo OMEGAS/OMEGAS Plus 

A estratégia da administração eletrônica está memorizada em um mapa de gestão dos injetores do gás definida pelos valores de rotação do motor e pelos tempos de injeção de gasolina, em condições de referência. Os sensores de pressão do gás e temperatura do gás fazem parte integrante do sistema e elaboram sinais diretos à central necessários para o funcionamento correto do veículo. O sensor de temperatura da água, instalado fora do redutor, fornece um sinal utilizado para estabelecer a passagem gasolina-gás depois que a partida do motor tiver sido dada. Essa passagem também se realiza em função do tempo transcorrido a partir do momento da partida do motor e da rotação do mesmo. Além disso, o sistema inclui estratégias de diagnóstico e prevê a passagem automática para gasolina no caso de avaria. Existem duas versões da central para motores de 3/4 ou de 5/6/8 cilindros. 

Filtros de gás 
Está posicionado entre o redutor e o banco de injetores e a sua função é a de filtrar o GNV ou GPL, este  quando está em fase gasosa. O filtro contém um cartucho que garante uma capacidade de filtragem de 80 m. A pressão máxima de funcionamento é de 250 kPa. 

Comutador indicador 
Módulo de comando eletrônico cujas funções são: - seletor gás/gasolina (álcool) em 2 posições e indicação do combustível que está sendo usado por meio de dois leds indicadores luminosos; - visualização da quantidade de gás existente no tanque por meio de 5 leds indicadores luminosos. Além disso, o comutador possui um sinalizador acústico que funciona nas seguintes condições: mudança para gasolina devido à baixa pressão, mudança para gasolina devido ao diagnóstico. 
Rail de injetores 
O GNV, ou o GPL, proveniente do filtro alimenta os injetores e, quando está adequadamente dosado, sai dos mesmos e chega ao coletor de admissão e ao motor. Os injetores são pilotados pela central ECU gás. O rail pode ter 2, 3 ou 4 injetores, para cobrir a gama das possíveis aplicações. No banco de injetores são coletados sinais de pressão e temperatura a gás. A pilotagem dos injetores é do tipo "peak and hold". 


Chave Comutadora
As chaves comutadoras Landirenzo têm como principal função a comutação entre o combustível original (gasolina ou álcool) para o GNV ou GLP em veículos convertidos. Outra função é a indicação do nível de gás disponível no cilindro. 

 

Chicote e conectores
Pensando em modificar o mínimo possível as instalações originais do carro, O LandiRenzo Omegás também foi projetado para modificar o mínimo das instalações originais do veículo, todos os chicotes que acompanham o kit atendem os mais rígidos padrões automotivos, os conectores são inoxidáveis a prova d’água com travas especiais, eliminando a necessidade de cortes, emendas, soldas e fita isolante, as conexões de baixa tensão (Sinais de lambda), são feitas por cabos blindados que protegem a precisão dos sinais.

Redutor Pressão
O NG2-2 é um redutor de dois estágios de membrana, com compensação por vácuo. A absorção de calor, coletada do líquido de arrefecimento do motor, evita a queda interna de pressão e o congelamento do GNV. Possui eletroválvula de gás com filtro incorporado e válvula de segurança interna. Está calibrado para uma pressão de saída de 2 bar (200 kPa) superior à pressão presente no coletor de admissão. 
 Tubo de Alta
Conduz o gás do cilindro até o redutor de pressão. 

OBS: Variador de Avanço Opcional. Se informar melhor com nossos profissionais.


Mundialmente reconhecida como uma das maiores marcas de Kit GNV, com sede em Vicenza na Itália, A Lovato tem seu Kit de última geração adequado para motores 3-8 cilindros e deslocamento até 5500cc (incluindo Valvetronic e turbo). Componentes pneumáticos integrada, menor tempo de instalação.  Atende todas as normas e exigências nacionais e internacionais, tendo sua configuração através de software ajustando-o eletronicamente, ficando cada  vez menor a perda de potência.

 

Componentes:

Redutor de pressão 
Este redutor, menor e muito comparável ao BRC e Landirenzo, produz excelentes resultados e versatilidade de atuação em todos os veículos. Este tipo de redutor de injeção direta é bem diferente dos convencionais, possuindo dimensões bem reduzidas o que facilita muito a instalação, possui sensor de temperatura integrado e atende toda quase todas as faixas de potências dos veículos do mercado.

Bicos injetores 
Os eletro-injetores Lovato utilizam alimentação bottom feed, funcionam sob as mais severas condições de vibração, interferências eletro-magnéticas e suportam temperaturas de -40°C até 135ºC. Foram projetados para durabilidade de mais de 100 mil quilômetros.

 

Módulo de injeção 
A central eletrônica do KIT Lovato é de altíssima performance, Utiliza a lógica de controle idêntica aos sistemas de injeção eletrônica de gasolina. Possui processador idêntico aos módulos de injeção eletrônica de gasolina ou etanol utilizando a arquitetura AID em sua construção de software. Suas estratégias atendem todas as normas mundiais de emissões e permite total configuração dos mapas de ignição e injeção permitindo a menor perda de potência possível com o combustível gás natural.

Chave comutadora 
A chave comutadora, mais compacta e  novo formato, pode ser adaptada na maior parte dos painéis, possui estratégias para gasolina e gás. Há como vizualizar a quantidade de gás existente no cilindro. Graças ao gerenciamento através da centralina, o sistema comuta automaticamente de gasolina para gás e vice-versa pelo método bico-a-bico, portanto não é possível perceber qualquer oscilação.

Filtro GNV 
Com esse item do equipamento da Lovato , o sistema de filtragem de combustível permite a completa separação de qualquer vestígio de óleo que possa vir a estar presente no combustível de abastecimento, provenientes de compressores em mau estado.


Válvula de Cilindro e Abastecimento
Válvulas de cilindro e abastecimento com proteção contra sobre pressão e perda repentina de pressão, uma eletro-válvula redundante já vem integrada.

 

Tubo de Alta
O tubo de alta pressão é responsável por conduzir o gás do cilindro até o redutor. Produzido em aço, homologado pelo INMETRO, este tubo não possui costuras como muitos disponíveis no mercado proporcionando muito mais resistência à pancadas e a altas pressões. A fixação é completamente segura, utilizando abraçadeiras emborrachadas sob o chassis/monobloco do veículo e evitando ruídos.

O R89 é um redutor de pressão projetado e desenvolvido pela empresa OMVL, para o abastecimento metano dos veículos com injeção de combustível, oferecendo também um excelente desempenho em veículos com carburador.
O R89 reduz a pressão do gás contido no cilindro (220 bar) a um valor específico, que é mantido constante em todas as condições de funcionamento. O redutor é munido de um sistema dependente patenteado, extremamente sensível, que regula o fluxo principal de gás, reagindo com prontidão e precisão a todas as exigências do motor. Além disso, a presença de um dispositivo estabilizador garante uma distribuição regular de gás, sem importar as fortes variações de pressão do cilindro (de 200 bar ou pouco mais).
O redutor é equipado de uma válvula by-pass para evitar que o motor se desligue improvisamente, quando a transmissão entra em ponto morto ou em caso de freiadas bruscas ou curvas em alta velocidade. O R89 é dotado de uma válvula termostática que mantém a temperatura do líquido refrigerante no redutor entre 45 a 50°C, independentemente da temperatura do mesmo no radiador.
O resultado obtido é um potente redutor, ideal também para motores de alta cilindrada (de 500 a 6000 cc), muito seguro em todas as condições de utilização do veículo e que garante um ótimo desempenho em termos de conforto e direção.
È homologado de acordo com as Normas de segurança atuais para instalação á gás e usado em combinação com as unidades eletrônicas OMVL, permite de manter a emissão do veículo amplamente abaixo dos limites previstos das mais restritivas normas vigentes em matéria (EURO4).

O metano flui do tanque ao redutor e entra em um conduto que contém um elemento filtrante, que o protege das impurezas sólidas. Devido a uma larga superfície de câmbio e m eficiente dispositivo de transferência térmico, estes asseguram que o calor seja transferido da água ao gás durante a fase de expansão. Evita-se assim perdas de pressão no gás. O vácuo criado pelo motor na ignição age sobre uma sensível unidade de controle do R*(, que habilita o fluxo de gás principal. O controle que realiza a unidade de controle permite satisfazer prontamente a demanda de cumes de potência e responder também as menores variações sobre a demanda de gás.
Para abrir e fechar o fluxo de gás é utilizado uma válvula de solenóide colocada no sistema de controle. Ao apagar o motor, o corte acontece na última parte do redutor, evitando assim possíveis escapes de gás dentro do mesmo, odor de fuga de gás ou insatisfação do cliente.




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DICAS

1) Para conhecer melhor o sistema de gás natural, os procedimentos de segurança e outras informações importantes, não deixe de ler o manual do seu kit. Se por acaso você não converteu seu carro conosco ou perdeu o seu manual, faça o download do mesmo clicando aqui.

2) Após a conversão do veículo, não deixe de utilizar diariamente o combustível original (em média, 2 km). Com isso você evitará o envelhecimento do combustível e o ressecamento do sistema de alimentação.

3) Não deixe faltar combustível líquido! Mesmo a chavinha estando na posição GNV, os veículos com injeção eletrônica ligam primeiro no combustível original e somente depois de atingirem 1.500 RPM (aproximadamente) passam a utilizar o GNV. Dessa forma, se faltar combustível líquido há o risco de queimar a bomba, o que representa uma despesa "desagradável".

4) Não estranhe uma possível diferença entre a capacidade do cilindro e a quantidade de gás abastecida! Dependendo de algumas circunstâncias, pode ser que caiba mais ou menos gás do que a capacidade estipulada pelo fabricante. Por ocasião do primeiro abastecimento, é comum a presença de ar no interior do cilindro, fato este que tende a ser eliminado nas cargas subseqüentes. Além disso, outros fatores que influenciam na capacidade de abastecimento são:

- a pressão de abastecimento do posto;
- o atrito molecular proveniente da velocidade de enchimento, que chega a causar o aquecimento do cilindro e conseqüentemente uma "dilatação" das moléculas;
- a temperatura ambiente (onde quanto maior a temperatura, menor a quantidade de GNV que caberá no cilindro);
- o óleo proveniente dos compressores, que ocupa espaço útil e diminui o volume inicial do cilindro.

5) Quando for viajar e quiser encher completamente o cilindro, abasteça o veículo na noite anterior e repita o procedimento pela manhã. Dessa forma, o cilindro que esquentou durante o primeiro abastecimento já voltou ao normal, podendo ter a sua capacidade melhor aproveitada.

6) Evite mudar a posição da chave comutadora com o veículo em movimento. Se necessário, faça isso com o carro desligado ou em ponto morto. Além disso, se o seu veículo possui injeção eletrônica, antes de sair com o carro dê uma leve acelerada até que o LED intermitente pare de piscar. Como os veículos com injeção eletrônica funcionam primeiro em seu combustível original antes de passar para o GNV, esse procedimento evita a mudança brusca de combustível (que ocorre quando isso é feito com o carro andando).

7) Consulte o nosso site regularmente para acompanhar novas dicas e informações!

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PRINCIPAIS DÚVIDAS

1) O QUE É GNV?

O GNV (Gás Natural Veicular) é uma mistura de hidrocarbonetos leves (com baixa quantidade de moléculas de carbono) e gases inertes com predominância de metano (de 78% a 82%), que à temperatura ambiente e pressão atmosférica, permanece no estado gasosa. É um gás inodoro, incolor, não-tóxico e mais leve que o ar. GNV (Gás Natural Veicular) é a terminologia utilizada para o gás natural usado como combustível para veículos automotores.

2) O GÁS NATURAL É IGUAL AO GÁS DE COZINHA?

Não. Suas características são muito diferentes do GLP (Gás Liquefeito de Petróleo ou gás de botijão - cujo uso como combustível em veículos automotores é proibido). O gás de botijão é composto de propano e butano e, embora seja hoje o combustível doméstico de maior aceitação no país, é altamente tóxico e inflamável. O GLP é obtido pela refinação do petróleo bruto ou do gás natural, liquefaz-se a temperaturas normais e pressões moderadas. O gás natural, por sua vez, é mais leve que o ar e não é tóxico.

3) EXISTE PERIGO DE EXPLOSÃO COM O USO DO GNV?

Não existe perigo de explosão, pois além de ser mais leve que o ar, o sistema (armazenagem e compressão) é dotado de válvulas de segurança que se fecham caso haja algum rompimento na tubulação, e também possui um sistema de exaustão em caso de eventual vazamento. O gás natural veicular é mais seguro do que qualquer combustível líquido. Outro fator de segurança na utilização do GNV é que, no momento do abastecimento do veículo no posto, o mesmo é feito sem que haja contato com o ar, evitando assim qualquer possibilidade de combustão. Os cilindros de armazenamento de GNV são dimensionados para suportar a alta pressão na qual o gás é comprimido (200 bar - pressão ideal para abastecer os veículos), e ainda situações eventuais como colisões, incêndios, etc.

4) COMO ABASTECER UM VEÍCULO MOVIDO A GÁS NATURAL?

O abastecimento é tão simples quanto o de álcool ou gasolina, e é feito através de uma multiválvula com dispositivo de abastecimento, geralmente instalada próximo ao regulador de pressão. O tempo de abastecimento é próximo ao tempo do abastecimento líquido.

5) QUANTOS PAÍSES JÁ POSSUEM GÁS NATURAL VEICULAR?

O gás natural veicular é largamente utilizado em mais de 50 países, com destaque para: Itália, Argentina, Rússia, Estados Unidos, Canadá, Áustria e outros países da Comunidade Européia.

6) QUAIS A VANTAGENS DE UTILIZAR UM VEÍCULO MOVIDO A GNV?

A principal vantagem é a significativa economia, que gira em torno de 70% em comparação com o álcool e a gasolina. Outras vantagens do GNV: não permite o roubo de combustível; não corre risco de ser adulterado; polui muito menos; aumenta o intervalo das trocas de óleo e escapamento (gasolina e álcool oxidam mais rápido); aumenta em 25% a vida útil do motor, pois reduz o teor de carbonização na câmara de combustão; entre outros.

7) QUAL A AUTONOMIA DE UM VEÍCULO MOVIDO A GÁS NATURAL?

A autonomia é determinada pelo tamanho do cilindro (compartimento onde é armazenado o gás dentro do automóvel). Com um cilindro de 20 m³ o veículo pode rodar aproximadamente 250 km. Vale lembrar que, ao instalar um kit GNV em um veículo, este não fica impedido de usar o combustível líquido, ou seja, o sistema torna-se bi-combustível.

8) O VEÍCULO MOVIDO A GÁS NATURAL POLUI MENOS?

Sim. Os veículos movidos a gás natural enquadraram-se na categoria de veículos com baixíssima emissão de poluentes, pois o gás natural é um dos combustíveis mais limpos. A combustão gera emissões menos contaminantes ao meio ambiente, atendendo desta forma aos limites estabelecidos pelo PROCONVE (Programa de Controle de Emissões por Veículos Automotores).

9) GÁS NATURAL É PROVENIENTE DE LIXO?

Não. O Gás Natural Veicular é proveniente de poços de petróleo e consiste de uma mistura de hidrocarbonetos leves e gases inerentes com predominância do metano (de 78% a 82%).

10) O GÁS NATURAL VEICULAR É MAIS BARATO QUE A GASOLINA?

Sim, e seu preço (R$ 1,00) sempre será consideravelmente inferior ao da gasolina (R$ 2,00). A relação de rendimento é de 1 para 1,2. Um automóvel Parati, por exemplo, que consome em média 1 litro de gasolina para percorrer 10 km, percorrerá 12 km com 1m³ de GNV.

11) QUANDO OCORRER A VENDA DO VEÍCULO, O PROPRIETÁRIO PODE RETIRAR O KIT GNV?

Sim. Caso o proprietário queira trocar o veículo que foi instalado o Kit de GNV, o mesmo poderá ser facilmente transferido para o novo carro, bastando apenas algumas modificações.

12) QUAIS LOCAIS POSSUEM POSTOS DE GÁS NATURAL?

Hoje já existem inúmeros postos de abastecimento espalhados por diversos estados brasileiros. Para ver uma relação mais detalhada, consulte a lista disponível em nosso site clicando AQUI.


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SEGURANÇA

O gás natural é a fonte de energia mais segura e os índices de acidentes são mais baixos que quaisquer outras energias. O gás natural, ao contrário dos combustíveis líquidos e do GLP, tem densidade inferior à 1 ATM, portanto dissipa-se na atmosfera em caso de acidente, evitando-se os riscos de incêndio e acidentes provocados por poças de gasolina ou diesel no chão.

Há duas razões fundamentais que garantem a sua segurança: a integridade estrutural do sistema de GNV e suas qualidades físicas como combustível. Os cilindros de armazenagem do gás usados nos veículos GNV são muito mais fortes do que os reservatórios de gasolina. Os cilindros de GNV são submetidos à severos testes de segurança, o que os torna à prova de colisão, incêndio e até mesmo de projéteis de armas de fogo.

O gás natural veicular é um combustível seguro, há bastante tempo vem sendo usado para diversas aplicações, em várias regiões do mundo. Porém, a exemplo de outros combustíveis, exige que o usuário esteja sempre atento para alguns procedimentos de trabalho apresentados a seguir e evite a adoção de qualquer prática que eventualmente possa colocar em risco o seu veículo e pessoas direta ou indiretamente envolvidas. No caso de dúvida, o melhor é buscar informações de pessoas qualificadas, e antes de adotar qualquer procedimento entrar em contato com a oficina autorizada que realizou a conversão de seu veículo.


Procedimentos obrigatórios de segurança a serem seguidos ao converter o veículo para GNV:

1 - Cuidados com o cilindro

Os cilindros devem ser sempre de aço próprio para GNV (NBR 12790 ou ISO 4705) e devem ser fixados com suportes adequados. Não permita soldas nos cilindros, pois este será um ponto sem resistência e um provável ponto de ruptura ou vazamento do combustível.

2 - Cuidados com a conversão

Só converta seu carro em instaladoras homologadas pelo INMETRO. Exija a nota fiscal de conversão e o Certificado de Homologação do INMETRO, para fazer o registro da conversão no DETRAN. Execute as revisões periódicas do kit e cilindros velho, recondicionado ou de procedência desconhecida. Na instalação, exija tubos de aço.

3 - Cuidados gerais

a) Todos os serviços a serem feitos no kit e cilindros de gás natural deverão ser sempre feitos por instaladora homologada pelo INMETRO.
b) Não tente você mesmo consertar os pequenos defeitos. Procure a sua instaladora!
c) Não confunda nunca o Gás Natural Veicular (GNV) com o gás de cozinha (GLP).
d) Seja você um fiscal do Programa do GNV, denunciando os clandestinos para preservar a segurança de todos.
e) Não rode com qualquer tipo de vazamento. Assim que notar algo suspeito, procure a assistência técnica.
f) Não permita que curiosos mexam na regulagem do seu carro.
g) Em caso de mau funcionamento, verifique a necessidade de troca do filtro de ar, velas ou qualquer outro componente da ignição.

Procedimentos de segurança obrigatórios a serem observados ao abastecer o veículo com GNV:

1 - É expressamente proibida a utilização de cilindros clandestinos (botijão de gás de cozinha, ar comprimido, oxigênio, dentre outros) em veículos abastecidos com GNV;
2 - É proibido o abastecimento por pessoas não autorizadas;
3 - É proibido o abastecimento por pessoas não treinadas;
4 - No abastecimento deve-se desligar faróis, rádio, celular e o motor do veículo;
5 - É proibido fumar;
6 - Ao abastecer todos os ocupantes devem descer do veículo;
7 - O aterramento elétrico é condição indispensável para o início do abastecimento pelo frentista;
8 - A pressão de abastecimento não deve nunca ultrapassar 220 Kgf/cm². Se você ouvir falar de algum posto abastecendo com uma pressão maior que esta, cuidado. Evite o local e alerte seus colegas quanto ao risco.
9 - Seu kit e cilindros são dimensionados para 220 Kgf/cm² de pressão. Acima disso, pode causar vazamentos no sistema, diminuindo a vida útil do seu equipamento e correndo o risco de provocar acidentes;
10 - Freie o seu veículo;
11 - Certifique-se de que a mangueira de abastecimento de GNV foi desconectada antes de arrancar (principalmente os veículos cujo abastecimento é traseiro).

Procedimentos de emergência para quem já possui um veículo equipado com o kit de GNV:

Vazamentos de gás
No caso de vazamento durante o abastecimento de gás ou em qualquer outra circunstância, feche a válvula do cilindro (girando no sentido horário), coloque a chave comutadora na posição álcool/gasolina e assim que possível procure uma oficina instaladora registrada no INMETRO para fazer uma inspeção detalhada e os reparos necessários.

O motor não funciona
Verificar se o fusível está queimado. Trocar o fusível de 7,5 ampéres localizado sob o painel de instrumentos e dar partida no motor.

O motor não funciona com gasolina ou com gás
1- Verificar se o fusível está queimado (veja item acima)
2- Na falta de:
a. gasolina - posicione a tecla no lado direito (Gás) e dar partida no motor.
b. gás - posicione a tecla no lado esquerdo (Gasolina) e dar a partida no motor.
c. Conduzir o veículo para uma oficina autorizada.

Problemas, dificuldades, dúvidas, etc.
Para regulagens, troca de peças do sistema de GNV ou qualquer outra dificuldade, procure uma oficina autorizada o quanto antes!

Verificações periódicas importantes
- Filtro de Ar - trocar de 3.000 a 7.000 Km.
- Velas, cabos, regulagem de ponto, compressão, conforme indicação do fabricante do veículo. 

Conselhos para um bom funcionamento
1 - Evitar jogar água nos componentes do sistema elétrico do gás durante a lavagem do veículo (procure protegê-los);
2 - A manutenção deverá ser feita unicamente em oficinas homologadas pelo INMETRO;
3 - A não observância destes conselhos pode acarretar a perda da garantia.

Importante
Deve-se andar com o carro na gasolina/álcool uns 2 Km todos os dias, para manter o funcionamento do combustível original em dia e evitar o ressecamento do sistema. A falta de uso do combustível líquido por muito tempo, associada à alta temperatura de trabalho do motor, acabam provocando o ressecamento das mangueiras do sistema de alimentação. Então quando o usuário do veículo resolver utilizar o combustível líquido, aquelas mangueiras ressecadas atuam como esguicho, despejando gasolina ou álcool dentro do compartimento do motor diretamente ou muito próximo dos emissores de faíscas (cabos de velas, bobina, alternador, bateria, etc), criando uma situação perfeita para ocorrer um incêndio, por isso não deixe de andar com combustível líquido todos os dias.

Condições indispensáveis para o funcionamento do motor à gás
Para a melhor utilização do sistema de GNV, o veículo deverá sempre estar em perfeito estado de funcionamento mecânico e conservação de todos os seus componentes. Qualquer reparo ou substituição de peças que se fizer necessário para o bom funcionamento do sistema instalado é de inteira responsabilidade do proprietário do veículo.


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O GNV tem uma combustão mais completa, o que representa uma emissão 80% menor de poluentes pelo escapamento. Estes gases também são menos abrasivos, o que aumenta a durabilidade do sistema. Além disso, podemos citar como vantagens:

1 - Baixo custo, em média R$ 1,00/m³ (lembrando que 1 m³ de GNV equivale a 1,2 l de gasolina). Considerando-se o custo e a autonomia, o GNV é mais barato do que qualquer outro combustível.

2 - Usar GNV significa uma economia de até 70% para os motoristas. Clique aqui e calcule agora a sua economia!

3 - Veículos movidos a GNV tem desconto no IPVA.

4 - Não suja o sistema de lubrificação, aumentando o intervalo entre as trocas de óleo e filtro.

5 - Melhora a lubrificação porque os cilindros não são lavados com o excesso de gasolina, o que elimina o desgaste precoce do motor.

6 - Não é tóxico nem irritante, o abastecimento é feito sem que o produto entre em contato com o ar, evitando assim qualquer possibilidade de combustão. Diminui ainda a corrosão, por ser um combustível limpo e seguro.

7 - É o mais seguro de todos os combustíveis, pois é mais leve que o ar e em caso de vazamento se dissipa rapidamente na atmosfera, diminuindo assim os riscos de explosões e incêndio. Enquanto o álcool se inflama a uma temperatura de 200°C, a gasolina a 300°C, o gás queima a 620°C. Além disso o abastecimento é feito sem que o produto entre em contato com o ar, o que elimina a possibilidade de combustão.

8 - A queima do GNV é muito mais completa do que a dos outros combustíveis, por isso libera menos quantidade de resíduos poluentes, favorecendo a proteção do meio ambiente.

9 - Por ser um combustível mais limpo e seguro, o GNV prolonga a vida útil do motor em até 25%.

10 - Os cilindros de alta pressão, responsáveis pelo armazenamento do GNV nos veículos, são resistentes a choques, colisões e até mesmo ao impacto de projéteis de armas de fogo.

11 - A conversão do carro para o GNV não elimina a possibilidade de utilizá-lo com o seu combustível original. Com a conversão o veículo torna-se bi-combustível.

12 - Qualquer modelo de carro à gasolina ou álcool pode ser adaptado (salvo algumas exceções). A única restrição é para veículos à diesel. Por causa do sistema de combustão, que utiliza injeção direta de combustível, sem centelha, o motor precisa de um grande número de adaptações para poder rodar com GNV. Em virtude do baixo preço do combustível mineral, que é subsidiado, a conversão deste tipo de motor para o gás pode custar por volta de R$ 7 mil, o que torna a mudança economicamente desfavorável.

13 - Perda de potência é coisa do passado. Os sistemas atuais, chamados de 3ª geração, também resolveram alguns problemas presentes nos primeiros equipamentos. A perda de potência, quando o gás era usado em carros com carburador, podia chegar a 15%. Equipamentos como o variador de avanço, componente indicado para modelos com motores com menos de 1.300 cc ou com mais de 3.000 cc, fazem com que a queda no desempenho fique perto de 5%. Comparativamente, é a mesma sensação que o motorista tem quando liga o ar condicionado do carro.

14 - Além de adotado em diversos países como: Argentina, Austrália, Itália, Canadá e demais paises da Comunidade Européia, o GNV tem sido objeto de estudos em diversas montadoras, principalmente européias, devido as características de sua queima serem pouco agressivas ao meio ambiente.

15 - Hoje existem no mundo 160 bilhões de toneladas de petróleo, o que garante uma reserva de mais ou menos 40 anos, enquanto o GNV está em condições de garantir uma reserva de 65 anos.

16 - As companhias de gases e as grandes empresas distribuidoras de combustível (Ipiranga, Petrobrás, etc) estão investindo pesado na expansão de novos postos de abastecimento. Todos os meses novos postos são abertos e com isso o GNV vai se expandindo e conquistando novos lugares. Hoje temos no Brasil mais de 1.000 postos de abastecimento de GNV!

Você já parou para pensar o quanto a poluição de sua cidade diminuiria se o gás natural fosse adotado ao invés dos combustíveis tradicionais? Respiraríamos melhor, gastaríamos menos e melhoraríamos muito nossa qualidade de vida. Se você se preocupa com a sua saúde e a de sua família, adote esta idéia!

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"Legislação.

Desde 1º de Julho de 2004, os Organismos de Inspeção (responsáveis pela vistoria da instalação do kit de GNV), seguindo as exigências e orientações do IBAMA e INMETRO (para visualizar a nota informativa oficial, clique aqui) estão exigindo a colocação de um equipamento adicional (gerenciador eletrônico) nos veículos fabricados à partir do ano de 1997, o que representa um aumento expressivo no valor final da conversão. No entanto, essa exigência não se aplica aos veículos fabricados antes desse ano e em alguns modelos específicos, como a Kombi, fabricada em 1997 mas que ainda é carburada.

Além disso, é obrigatório instalar um kit que possua o CAGN (Certificado Ambiental Para Uso do Gás Natural). Segundo a legislação vigente, um kit só pode ser instalado com o conjunto de equipamentos eletrônicos com o qual foi testado e aprovado pelo INMETRO, sendo estes devidamente especificados no CAGN. Para consultar na íntegra esse documento, clique aqui.

Existem no mercado empresas que compram apenas o redutor de pressão (principal componente do sistema de GNV) e montam o kit com equipamentos mais baratos (válvulas, variador, etc), obtendo assim uma conversão mais barata, mas ao mesmo tempo de qualidade inferior e duvidosa. É comum encontrarmos instaladoras com preços muito abaixo dos de mercado, mas isso não se trata de um "milagre" e tem uma explicação bem simples: são kits montados em desacordo com as especificações do CAGN e que não possuem o gerenciador eletrônico (equipamento responsável pela automatização da mistura entre oxigênio e combustível, dispensando regulagens manuais e reduzindo a necessidade de manutenção), ou seja, são instalações irregulares e que poderão ser barradas no momento da inspeção veicular.

Quanto ao variador de avanço, esclarecemos que trata-se de um componente eletrônico que melhora consideravelmente o desempenho dos veículos convertidos, mas que não é um ítem obrigatório de se colocar nos veículos carburados. Claro que nós aconselhamos todos os nossos clientes a colocarem, uma vez que este melhora a queima, economia e desempenho do veículo. É verdade que o carro tem uma perda de potência (que é quase que imperceptível com o uso do variador de avanço), mas essa perda deve-se ao fato do carro ter sido desenvolvido para um determinado combustível e estar usando outro, cujo tempo de queima é superior ao do original.

A afirmação de que o carro movido a gás natural ficava "xôxo" ou fraco, era devido aos primeiros veículos convertidos não possuírem a tecnologia de hoje em dia. Os atuais sistemas, chamados de 3ª geração, também resolveram alguns problemas presentes nos primeiros equipamentos. A perda de potência, quando o gás era usado em carros com carburador, podia chegar a 15%. Equipamentos como o variador de avanço, componente indicado para modelos com motores com menos de 1.300 cc ou com mais de 3.000 cc, fazem com que a queda no desempenho fique perto de 5%. Comparativamente, é a mesma sensação que o motorista tem quando liga o ar condicionado do carro.

Somos uma instaladora registrada no INMETRO (confira nosso registro clicando aqui) e com mais de 35 anos de tradição e qualidade. Trabalhamos apenas com kits completos e top de linha do mercado de GNV. Em reconhecimento aos nossos serviços, a montadora FIAT nos escolheu como um de seus instaladores autorizados para equiparmos os seus novos veículos de fábrica (Siena).

Consulte-nos para saber qual o equipamento e o cilindro que melhor atendem a sua necessidade!