Gás Natural (G.N.V)

Contamos com profissionais altamente qualificados, além de uma das mais completas infra-estruturas da região. Os principais serviços prestados por nossa empresa são:

· Instalação do equipamento de Gás Natural Veicular;

· Remoção e reinstalação do kit de GNV;

· Colocação e remoção de cilindros;

· Encaminhamento para teste hidrostático periódico do cilindro;

· Regulagem e revisão do sistema;

· Manutenção e reparos na elétrica e eletrônica do GNV.

· Documentação para DETRAN e INMETRO;

· Assistência técnica especializada em veículos nacionais e importados (todas as marcas);

· Temos diversas soluções para cada tipo de problema. Não deixe de nos consultar!

Nossos produtos obedecem rígidos critérios de avaliação quanto ao preço e a qualidade. Trabalhamos com os maiores e melhores fabricantes do Brasil. Abaixo seguem alguns deles:




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DICAS

1) Para conhecer melhor o sistema de gás natural, os procedimentos de segurança e outras informações importantes, não deixe de ler o manual do seu kit. Se por acaso você não converteu seu carro conosco ou perdeu o seu manual, faça o download do mesmo clicando aqui.

2) Após a conversão do veículo, não deixe de utilizar diariamente o combustível original (em média, 2 km). Com isso você evitará o envelhecimento do combustível e o ressecamento do sistema de alimentação.

3) Não deixe faltar combustível líquido! Mesmo a chavinha estando na posição GNV, os veículos com injeção eletrônica ligam primeiro no combustível original e somente depois de atingirem 1.500 RPM (aproximadamente) passam a utilizar o GNV. Dessa forma, se faltar combustível líquido há o risco de queimar a bomba, o que representa uma despesa "desagradável".

4) Não estranhe uma possível diferença entre a capacidade do cilindro e a quantidade de gás abastecida! Dependendo de algumas circunstâncias, pode ser que caiba mais ou menos gás do que a capacidade estipulada pelo fabricante. Por ocasião do primeiro abastecimento, é comum a presença de ar no interior do cilindro, fato este que tende a ser eliminado nas cargas subseqüentes. Além disso, outros fatores que influenciam na capacidade de abastecimento são:

- a pressão de abastecimento do posto;
- o atrito molecular proveniente da velocidade de enchimento, que chega a causar o aquecimento do cilindro e conseqüentemente uma "dilatação" das moléculas;
- a temperatura ambiente (onde quanto maior a temperatura, menor a quantidade de GNV que caberá no cilindro);
- o óleo proveniente dos compressores, que ocupa espaço útil e diminui o volume inicial do cilindro.

5) Quando for viajar e quiser encher completamente o cilindro, abasteça o veículo na noite anterior e repita o procedimento pela manhã. Dessa forma, o cilindro que esquentou durante o primeiro abastecimento já voltou ao normal, podendo ter a sua capacidade melhor aproveitada.

6) Evite mudar a posição da chave comutadora com o veículo em movimento. Se necessário, faça isso com o carro desligado ou em ponto morto. Além disso, se o seu veículo possui injeção eletrônica, antes de sair com o carro dê uma leve acelerada até que o LED intermitente pare de piscar. Como os veículos com injeção eletrônica funcionam primeiro em seu combustível original antes de passar para o GNV, esse procedimento evita a mudança brusca de combustível (que ocorre quando isso é feito com o carro andando).

7) Consulte o nosso site regularmente para acompanhar novas dicas e informações!

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"Legislação.

Desde 1º de Julho de 2004, os Organismos de Inspeção (responsáveis pela vistoria da instalação do kit de GNV), seguindo as exigências e orientações do IBAMA e INMETRO (para visualizar a nota informativa oficial, clique aqui) estão exigindo a colocação de um equipamento adicional (gerenciador eletrônico) nos veículos fabricados à partir do ano de 1997, o que representa um aumento expressivo no valor final da conversão. No entanto, essa exigência não se aplica aos veículos fabricados antes desse ano e em alguns modelos específicos, como a Kombi, fabricada em 1997 mas que ainda é carburada.

Além disso, é obrigatório instalar um kit que possua o CAGN (Certificado Ambiental Para Uso do Gás Natural). Segundo a legislação vigente, um kit só pode ser instalado com o conjunto de equipamentos eletrônicos com o qual foi testado e aprovado pelo INMETRO, sendo estes devidamente especificados no CAGN. Para consultar na íntegra esse documento, clique aqui.

Existem no mercado empresas que compram apenas o redutor de pressão (principal componente do sistema de GNV) e montam o kit com equipamentos mais baratos (válvulas, variador, etc), obtendo assim uma conversão mais barata, mas ao mesmo tempo de qualidade inferior e duvidosa. É comum encontrarmos instaladoras com preços muito abaixo dos de mercado, mas isso não se trata de um "milagre" e tem uma explicação bem simples: são kits montados em desacordo com as especificações do CAGN e que não possuem o gerenciador eletrônico (equipamento responsável pela automatização da mistura entre oxigênio e combustível, dispensando regulagens manuais e reduzindo a necessidade de manutenção), ou seja, são instalações irregulares e que poderão ser barradas no momento da inspeção veicular.

Quanto ao variador de avanço, esclarecemos que trata-se de um componente eletrônico que melhora consideravelmente o desempenho dos veículos convertidos, mas que não é um ítem obrigatório de se colocar nos veículos carburados. Claro que nós aconselhamos todos os nossos clientes a colocarem, uma vez que este melhora a queima, economia e desempenho do veículo. É verdade que o carro tem uma perda de potência (que é quase que imperceptível com o uso do variador de avanço), mas essa perda deve-se ao fato do carro ter sido desenvolvido para um determinado combustível e estar usando outro, cujo tempo de queima é superior ao do original.

A afirmação de que o carro movido a gás natural ficava "xôxo" ou fraco, era devido aos primeiros veículos convertidos não possuírem a tecnologia de hoje em dia. Os atuais sistemas, chamados de 3ª geração, também resolveram alguns problemas presentes nos primeiros equipamentos. A perda de potência, quando o gás era usado em carros com carburador, podia chegar a 15%. Equipamentos como o variador de avanço, componente indicado para modelos com motores com menos de 1.300 cc ou com mais de 3.000 cc, fazem com que a queda no desempenho fique perto de 5%. Comparativamente, é a mesma sensação que o motorista tem quando liga o ar condicionado do carro.

Somos uma instaladora registrada no INMETRO (confira nosso registro clicando aqui) e com mais de 35 anos de tradição e qualidade. Trabalhamos apenas com kits completos e top de linha do mercado de GNV. Em reconhecimento aos nossos serviços, a montadora FIAT nos escolheu como um de seus instaladores autorizados para equiparmos os seus novos veículos de fábrica (Siena).

Consulte-nos para saber qual o equipamento e o cilindro que melhor atendem a sua necessidade!

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A conversão de veículos para o uso de GNV é simples. A montagem consiste na instalação do sistema de gás natural - que inclui tubulações extras, conjunto de válvulas, componentes eletrônicos e cilindro(s) de armazenagem - sem remover qualquer peça original de fábrica.

Com a instalação do kit gás, o veículo originalmente projetado para rodar com gasolina ou álcool se torna bi-combustível, ou seja, fica apto a operar com os dois combustíveis isoladamente. Basta acionar a chave comutadora no painel do veículo para escolher o combustível desejado.

Acompanhe na animação abaixo os principais componentes do equipamento de GNV, bem como suas respectivas funções:


CONHEÇA UM POUCO MAIS SOBRE O KIT DE GNV:

  REDUTOR DE PRESSÃO
O redutor de pressão é o principal componente do sistema de gás natural veicular. Ele tem a função de reduzir a pressão de 200 Bar para a mesma de alimentação do motor.

  GERENCIADOR ELETRÔNICO DE SONDA LAMBDA COM MOTOR DE PASSO
Envia sinais elétricos que ajustam a posição do motor de passo, aumentando ou diminuindo a passagem de gás para o motor de acordo com a aceleração do veículo.

  VARIADOR DE AVANÇO
Faz o ajuste da ignição, "adiantando o ponto" no uso com gás. É um componente indispensável para um bom desempenho e economia do veículo.

  EMULADOR DE BICO
Efetua o desligamento dos bicos injetores quando está em uso o gás e simula o funcionamento dos bicos para que o sistema de injeção não detecte anomalias.

  EMULADOR DE SONDA LAMBDA
Simula o funcionamento da sonda quando o motor está funcionando com gás, evitando que o sistema de injeção eletrônica detecte anomalias.

  MESCLADOR/MISTURADOR
O misturador é o componente responsável pela mistura do oxigênio com o gás na entrada do coletor.

  ELETROVÁLVULA DO GÁS
Esta válvula tem por função bloquear a alimentação do gás quando a opção for gasolina.

  ELETROVÁLVULA DE GASOLINA
Esta válvula tem por função bloquear a alimentação da gasolina quando a opção for gás.

  CHAVE COMUTADORA
Esse sistema eletrônico é instalado numa posição de fácil acesso ao condutor, permitindo que seja acionado manualmente ou automaticamente. Troca-se o combustível com o veículo em movimento e possui pontos indicadores sobre a autonomia de combustível existente no cilindro.

  MANÔMETRO
Este componente tem por função registrar a pressão existente no cilindro, ou seja, a reserva de combustível, emitindo sinais para a chave comutadora sobre esta reserva.

  VÁLVULA DE ABASTECIMENTO
Esta peça tem a função exclusiva de abastecer o cilindro.

  VÁLVULA DE CILINDRO
É instalada na entrada do cilindro e tem a função de proteger contra explosão, pois a mesma possui um sistema automático de abertura, atuando como um fusível.

 

CILINDRO
Reservatório de armazenagem de GNV. É fabricado a partir de tubos de aço sem costura ou pelo processo de embutidura em chapa plana feita de aço médio manganês ou aço cromo molibidênio.


Funcionamento do sistema de GNV:
(Veículos equipados com injeção eletrônica)

O GNV sai do reservatório através da válvula do cilindro e se dirige ao compartimento do motor através de uma tubulação de alta pressão ligada à válvula de abastecimento. No compartimento do motor situa-se o redutor de pressão, onde o GNV chega e sofre uma redução de pressão caindo de 220 bar para a pressão de alimentação do motor.

Do redutor o GNV segue para o misturador de ar/combustível que, montado no tubo de alimentação, realiza a função de dosar o fluxo de gás proporcionalmente à necessidade do motor e que é representada pela depressão gerada no coletor de admissão. Uma eletroválvula de alta pressão permite a passagem do GNV somente com o motor funcionando e estando a chave comutadora na posição GNV.

A chave comutadora tem a função de permitir sempre a partida a gasolina/álcool com passagem automática para GNV ativando a eletroválvula e permitindo ao usuário, além de selecionar a qualquer instante o combustível desejado, visualizar o nível de GNV presente no reservatório.

Durante o funcionamento a gás, o simulador eletrônico (com o dispositivo para corte dos injetores) interrompe o fluxo do combustível ao motor, enquanto que durante o funcionamento a gás, o fluxo de GNV é interrompido pela eletroválvula de alta pressão.

Funcionamento do redutor de pressão:

1º ESTÁGIO

Quando se seleciona o combustível (GNV), na chave seletora de combustível montada no painel de instrumentos do veículo, uma válvula solenóide é acionada e permite a passagem do GNV para o motor. Nesse momento o REDUTOR entra em ação. Num primeiro estágio, o redutor recebe o gás a aproximadamente 200 atmosferas (Bar) e através de uma válvula de fechamento, comandada por um diafragma de borracha, mantém o gás no interior desse compartimento a uma pressão média de 4,5 atmosferas. Como o gás sofre uma redução drástica de pressão e passa para dentro do redutor em alta velocidade, esse compartimento sofre uma queda de temperatura que necessita ser corrigida. Essa correção ou elevação da temperatura para níveis compatíveis com a necessidade se faz através de uma resistência elétrica com temperatura controlada ou da água do circuito de arrefecimento. Uma válvula de segurança protege o sistema em caso de sobrecarga.

2º ESTÁGIO

Num segundo estágio o gás, que é recebido do primeiro estágio a uma pressão aproximada de 4,5 atmosferas, deve ter sua pressão reduzida para aproximadamente 1,5 atmosferas, de maneira a não permitir que o fluxo de gás sofra qualquer variação com a queda de pressão no reservatório na medida em que o combustível é consumido. Da mesma forma que o primeiro estágio também realiza sua tarefa através de uma válvula comandada por um diafragma de borracha.

3º ESTÁGIO

Nesta fase o redutor se encarrega de fornecer a quantidade de gás necessária ao motor em todas as situações. Agora o gás já se encontra a uma pressão capaz de permitir a entrada no motor por sucção do mesmo. Possui um dispositivo que permite regular a sensibilidade de resposta do fornecimento do gás em função da demanda do motor (depressão do coletor). Um dispositivo exclusivo de marcha lenta permite ainda, que através de um parafuso montado na parte externa, se obtenha um funcionamento equilibrado nas rotações mínimas do motor.